5,0 no Google·mais de 210 avaliações·o ginásio mais bem avaliado da Figueira da Foz

Precisas mesmo de um personal trainer? Lê isto antes de contratares

Setembro é o mês em que esta pergunta mais aparece. Voltaste da praia, as rotinas recomeçaram todas ao mesmo tempo, e a ideia de ter alguém a dizer-te exatamente o que fazer parece a única forma de não desistires outra vez em outubro.

É uma ideia boa. Só que, na maior parte dos casos, não é a mais barata nem a mais eficaz. Vale a pena perceber o que é que estás mesmo a comprar quando contratas um personal trainer, quanto é que isso custa em Portugal, e em que situações compensa mesmo pagar por acompanhamento individual.

O que um personal trainer faz, e o que não faz

Um personal trainer, ou técnico de exercício físico, faz basicamente quatro coisas: avalia o teu ponto de partida, desenha um plano para o teu objetivo, corrige-te a execução enquanto treinas, e ajusta o plano à medida que evoluis.

O que ele não faz é treinar por ti. Isto parece óbvio escrito assim, mas é a razão número um pela qual muita gente gasta dinheiro em personal training e não vê resultado nenhum: contrata uma sessão por semana, faz essa sessão bem feita, e nos outros seis dias não mexe um dedo. Uma hora por semana com o melhor treinador do país não chega para mudar nada.

Também não faz milagres com a alimentação nem com o sono, e não substitui um médico se tiveres uma dor que não passa. Um bom profissional diz-te isso à primeira sessão.

Quanto custa um personal trainer em Portugal

Os valores que se praticam no país variam bastante com a experiência do profissional, com a cidade e com o sítio onde a sessão acontece. Para teres uma ordem de grandeza antes de pedires orçamentos:

FormatoPreço típico em PortugalO que recebes
Sessão individual avulsa25 € a 60 € por sessãoUma hora só para ti, com plano e correção
Pacote de 5 a 10 sessõesDesconto de 5 % a 15 % sobre o avulsoO mesmo, com compromisso de continuidade
Sessão partilhada (2 a 3 pessoas)Metade a um terço do avulso, por pessoaAtenção dividida, custo dividido
Treino online com plano escritoBastante abaixo do presencialPlano e acompanhamento à distância, sem correção ao vivo
Aula de grupo com treinador na salaIncluído na mensalidade do ginásioPlano feito por um coach, correção durante a aula

Faz as contas honestas antes de decidires. Duas sessões por semana com um personal trainer, ao valor médio do mercado, dão uma fatura mensal na ordem das centenas de euros. Para muita gente isso é sustentável durante dois meses e depois deixa de ser, e o pior desfecho possível é começares um processo que não consegues manter.

Quando um personal trainer compensa mesmo

Há situações em que o acompanhamento individual não é um luxo, é a escolha certa. Estas quatro são as mais claras.

Voltas de uma lesão ou de uma cirurgia

Se tens uma limitação concreta, uma hérnia, um ombro operado, um joelho que não dobra todo, precisas de alguém a olhar só para ti nas primeiras semanas. Um plano genérico não sabe onde é que dói.

Tens um objetivo com data marcada

Uma prova, um teste de aptidão física, uma cirurgia para a qual precisas de chegar mais forte. Data fixa e pouco tempo justificam um plano feito à medida e revisto de perto.

Nunca treinaste e a ideia de entrar numa sala cheia paralisa-te

É mais comum do que parece, e não tem nada de vergonhoso. Umas semanas a sós com um treinador podem ser a ponte que te falta para depois entrares numa aula sem ansiedade.

O teu horário não coincide com nada

Se só consegues treinar às 06h00 ou às 22h30, e o ginásio que gostas não tem aulas a essas horas, o treino individual pode ser a única forma de ter alguma coisa marcada na agenda.

Quando não compensa, e é dinheiro deitado fora

Se o teu problema é constância, e não conhecimento, um personal trainer resolve metade da questão e cobra pela outra metade. O que te falta não é saber o que fazer: é ter uma razão para aparecer numa terça-feira à noite quando está frio e ninguém te espera.

Aí, o que funciona melhor é ter horário fixo, um grupo que dá pela tua falta, e alguém que te cumprimenta pelo nome à entrada. Escrevemos sobre isto em detalhe no artigo sobre porque é que quem treina em grupo desiste menos, e a conclusão mantém-se: a companhia sustenta a rotina melhor do que a força de vontade.

Também não compensa se a alternativa for treinar sozinho de qualquer maneira. Uma sessão paga por semana mais seis dias de nada é pior investimento do que quatro treinos orientados por semana incluídos numa mensalidade.

A opção que a maioria não põe na balança

Entre “treinar sozinho a ver vídeos” e “pagar 45 € por hora”, existe um meio-termo que resolve o problema de quase toda a gente: a aula de grupo com um treinador dentro da sala.

Não é a aula de grupo de há vinte anos, com cinquenta pessoas a copiar um instrutor num palco. Numa box de CrossFit ou num ginásio de treino funcional a sério, o treino do dia é programado por um coach, a turma é pequena, e o treinador passa a aula a corrigir postura, a ajustar cargas e a dar alternativas a quem tem uma limitação. Toda a gente faz a mesma sessão, cada pessoa faz a sua versão dela.

No Revolution, na Figueira da Foz, é assim que funciona: todos os treinos são adaptados individualmente, com acompanhamento constante dos coaches, mesmo sendo em grupo. São mais de 60 aulas por semana, sete dias por semana, em oito modalidades diferentes, num espaço de 1000 m² com 700 m² de área útil de treino, e a programação é feita por um Head Coach com certificação CrossFit Level 3, o nível mais avançado da CrossFit Inc. e o único na Figueira da Foz.

Antes da primeira aula fazes uma Sessão de Orientação Inicial: 60 minutos, individual, com um coach, para avaliar a tua capacidade funcional e perceber os teus objetivos. Na prática, é a avaliação que um personal trainer te faria na primeira sessão, sem a fatura de personal trainer por trás.

E se, depois disso, o teu caso for mesmo de acompanhamento individual, o Revolution também tem Personal Training. Não tem preço de tabela, e é de propósito: o serviço é montado a partir da tua avaliação, dos teus objetivos e da tua disponibilidade, por isso o valor é feito caso a caso. Fala connosco pela página de contactos e vemos o que faz sentido para ti.

Como escolher um personal trainer na Figueira da Foz

Se decidires avançar para acompanhamento individual, aqui ou noutro sítio, há cinco perguntas que vale a pena fazer antes de pagares o primeiro mês.

1. Tem título profissional válido? Em Portugal, quem orienta exercício físico num ginásio precisa de um Título Profissional de Técnico de Exercício Físico emitido pelo IPDJ, ao abrigo da Lei n.º 39/2012. É válido por cinco anos e tem de ser revalidado com formação contínua. Podes confirmar o número no portal do IPDJ antes de contratares. Um profissional a sério mostra-o sem hesitar.

2. Faz avaliação inicial antes de te dar o primeiro plano? Quem te manda um plano por WhatsApp sem nunca te ter visto mexer está a vender-te um ficheiro, não acompanhamento.

3. O plano fica escrito? Devias conseguir ver o que vais fazer nas próximas semanas e porquê. Se o treino se decide no momento, todas as vezes, não há progressão nenhuma a ser construída.

4. Reavalia, e com que frequência? Um plano que nunca muda deixa de servir ao fim de seis a oito semanas. Pergunta quando é a próxima reavaliação e o que é que ela mede.

5. Como é que se sai? Fidelizações longas em treino individual são um mau sinal. Se o serviço é bom, não precisa de te prender.

Perguntas frequentes

Um personal trainer é melhor do que uma aula de grupo?

Depende do que te falta. Se te falta correção técnica muito específica ou adaptação a uma lesão, o individual é melhor. Se te falta rotina e companhia, a aula de grupo com treinador ganha, e custa uma fração.

Posso combinar as duas coisas?

Sim, e é o que muita gente acaba por fazer: aulas durante a semana e algumas sessões individuais para desbloquear um movimento ou preparar uma prova. Não são coisas que se excluam.

Quanto tempo até ver diferença?

As primeiras mudanças que vais notar são de coordenação, energia e sono, e costumam aparecer nas primeiras semanas. As visíveis demoram mais e dependem tanto do que fazes fora do treino como dentro dele. Escrevemos sobre a frequência que faz sentido no artigo sobre quantas vezes por semana treinar.

E se eu tiver mais de 50 anos ou nunca tiver treinado?

Não muda nada do que está aqui escrito, muda a forma como se começa. Temos alunos dos 5 aos 89 anos, e há aulas de Longevidade pensadas exatamente para quem quer ganhar força e autonomia sem passar por cima de nada. Se é o teu caso, lê também treinar depois dos 50 anos.

A forma mais barata de decidir

Antes de contratares seja o que for, experimenta. A primeira aula no Revolution é gratuita, não exige experiência nenhuma e não te compromete a nada: apareces, fazes a aula com o resto da turma, e ficas com uma ideia muito mais clara do que precisas.

Vê o horário e escolhe uma hora que te dê jeito, ou fala connosco pelos contactos se preferires começar pela Sessão de Orientação Inicial. Se quiseres ver os planos primeiro, estão todos na página de planos, e o que muda entre eles é quantas vezes por semana treinas e a que horas. Sem fidelização: ficas connosco enquanto estiveres satisfeito/a com o que te oferecemos. No dia em que isso mudar, és livre para ir embora.

Se ainda estás na fase anterior a esta, a de perceber por onde se começa, o artigo sobre começar a treinar na Figueira da Foz e o de como criar uma rotina de treino respondem a isso melhor do que qualquer orçamento.

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